sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
blá blá blá parte 2
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Estávamos todos sentados na mesa do restaurante. Dois homens entraram vestidos de paletó e gravata, chegaram bem perto de mim, um deles se abaixou à altura do meu ouvido, me mostrou o distintivo e sussurrando me mandou segui-los, quando meus amigos viram a cena, saíram logo atrás sem pagar, uma saída à francesa. Grandes amigos espertalhões eu tenho, pensei. Até tentei segui-los pra me safar dos guarda-roupas. Mas não, eu não pude, os dois macacos engravatados me seguraram pelo braço e falaram pra eu entrar numa portinha. Ao me jogarem num lugar escuro que deveria ser algum deposito ao lado do pequeno restaurante levei logo um soco na cara sem saber nem por que estava ali e muito menos por que estava apanhado. Comecei a gritar e me mandaram calar a boca. Gritei mais. Aí me fizeram calar a boca. E foi com um soco do outro lado da cara. Minha cabeça toda doía. Um deles, branco e baixo acendeu um cigarro, olhou no relógio de pulso e baforou a fumaça bem na minha cara, não agüentei e voltei a protestar:
-Meu advogado fará exame de corpo e delito, vocês serão presos por tortura!
O outro, preto e muito grande começou a rir:
-Nós do FBI não torturamos. E me deu um soco na barriga para completar sua ironia. Caí no chão gemendo:
-Porra, os próprios agentes da lei cometendo crimes! Vocês não deveriam estar se algemando para combaterem o mal? Afinal, o que vocês querem comigo seus cachorros?
-Cala a boca patricinha, se não quiser levar um pontapé nessa sua bunda gostosa, ninguém ta aqui pra combater o mal não, a nossa história contigo é outra.
-Aaaaaah, mas vocês vão se dar mal, vocês não sabem quem é meu pai e o que ele é capaz de fazer.
-Hmm, tenho certeza que sabemos quem é exatamente seu papai. É por isso mesmo que você esta aqui princesa. Você é a nossa garantia que ele será capaz de fazer. Fica quietinha na sua se não quiser estragar mais ainda essa sua cara de boneca.
terça-feira, 27 de novembro de 2007
ha males que vem pro bem!
Tem aqueles amigos que são aprovados, persistem do nosso lado e persistem ao tempo, o maior dos testes. Existem também aqueles que são reprovados e logo eliminados. Mas existem também os que são reprovados, e reprovados de novo,mas persistem por um tempo, ali do lado, sendo falsos e egoístas, persistindo às custas da nossa ilusão, do nosso carinho de mão única.
Só que chega uma hora que a gente para e repara. A gente os elimina pra sempre. E disso ganhamos a melhor coisa do mundo: a certeza de que nem todo mundo é imbecil e que tem gente que está do nosso lado que valhe o nosso amor, nossa amizade. Aprendemos a nos dar valor e a valorizar quem merece.
Por isso sou grata aos meus amigos, sou grata aos babacas que deixei pra traz e sou grata mais ainda aqueles que me dão uma segunda chance de reconquistar.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
plagio!!!
Ahh mas q lindo riff!!!
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
haha passei na prova de motorista
Depois de horas e horas em baixo do sol torrando ou entao na sombrinha quente batendo papo com dois caras que acabaram sendo super legais, o Henrique e o Esqueci-o-nome-i'm-sorry, eu fiz a minha prova. E passei.
Fui uma das últimas examinadas. E mesmo tendo esquecido a primeira e a segunda seta do percurso, fiz a prova muito bem e uma baliza perfeita! Acabou que o examinador foi com a minha cara e deixou eu passar dizendo:
- Nao estou aqui pra reprovar quem esquece uma seta, esou aqui pra aprovar quem sabe dirigir e você dirige muito bem!
terça-feira, 31 de julho de 2007
Leo P.I.M.P. and his roulette
Tinha a fama de virgem no meio da galera com quem andava. Era inegável que seus atos davam base paras as piadas e que histórias infames eram passadas adiante. Nunca fez muito sucesso e ainda não fazia nas noites de seus 20 e poucos anos até que em Botafogo, zona sul da cidade, foi inaugurada a boate Caverna, também chamada de Parede de Porra do Leo (por motivos óbvios). Lá, Leonildo Humbert descobriu o que era sexo, na sua maneira mais selvagem.
terça-feira, 19 de junho de 2007
terça-feira, 17 de abril de 2007
oito milhoes e trezentos e noventa e quatro mil e novecentos e vinte e sete
no fim do parágrafo
do único volume
será o último ponto
sem reticências
da minha própria carência
cria-se o enredo
começa fraco, sem fôlego
cresce
se diverte
e morre
como nunca deveria ter nascido
o cenário é vago
permanece quando o resto se acaba
sendo palco para amores verdadeiros
o tempo é impreciso
misturado na mentira e segredo
que me enforca a alma
E nossa história se faz viúva de si mesma
sem filhos
nem marido
que se lembrem da beleza
que um dia teve
domingo, 15 de abril de 2007
ácido lisérgico
Os dentes trincados mordendo o travesseiro
Mão rasgando o lençol
e a mente nos seus pelos, gostos e fluidos.
Tua imagem me contorce o corpo
E mesmo sabendo que foi a última vez
aquela vez passada...
O desejo é de você aqui
tranformando o gozo em realidade
além do prazer.
sexta-feira, 13 de abril de 2007
Inspiração alheia
que vem de você
que me inspira
que me ilumina
e me faz falta
à carne
humana
e à mente
feminina
o vice- e-versa também funciona.
2/2
e na mente nao vem nada
penso que talvez
minha mente seja Fumaça
que faz sua mente pirar
e pensar em mil coisas
ai, como nao dizer
que a maconha
aumenta
o racíocinio
mas num nível
introspectivo
e louco.
que aos poucos perde a graça
se você nao alimenta
a massa cinzenta com
a palavra cabeçuda e cabeluda
que sozinha
nao quer dizer
nada
que nem o verde dessa mata
que faz parte do ecossitema
mundial
e a gente sabe
que mexendo aqui
afeta lá
e a sobrevivência
depende de quanto estamos afim de
DISPERDIÇAR
em troca de algo momentâneo que só do seu lado quero passar.
metade
de dois!